Eu posso sentir a pressão, o pulsar de minhas véias, o nó na garganta seguido do soluçar de um ataque de choro. Imagens vindo vagamente como um martelo cruelmente programado pra bater somente em um lugar. Eu tento gritar, mais é em vão. Aquele nó , me impedi de gritar, de dizer tudo o que está preso aqui. E não dizendo, nunca vou saber o que aconteceria e novamente a pressão e todos teus efeitos voltarão todos os dias, a qualquer momento quando eu achar que tudo está bem.carolina domingos
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